Sobre o festival
O TEMPORAL abre uma convocatória a nível nacional para a submissão de trabalhos artísticos que exploram a dimensão duracional, a integrar a programação da primeira edição do festival que terá lugar entre 09 e 12 de Julho de 2026, no Porto.

imagem em movimento
som e artes sonoras
performance
artes plásticas
hacking de dispositivos tecnológicos
práticas híbridas e cruzamentos disciplinares
Prazo de candidatura:
31.05.2026
O TEMPORAL é um festival dedicado às artes do tempo, promovendo o encontro entre diferentes práticas artísticas que se focam na dimensão duracional da experiência estética. O festival cruza a imagem em movimento, o som, as artes plásticas, o hacking de dispositivos, as artes sonoras e a performance, criando um espaço de experimentação e fruição do tempo como matéria artística.
Durante quatro dias de apresentações públicas e oficinas pedagógico-criativas, o TEMPORAL ocupará espaços selecionados da cidade do Porto, contando com a participação de artistas convidados como Puçanga, Elena Duque, Gaspar Cohen e Elisa Pône, bem como projetos selecionados através desta open call.
O que procuramos
Procuram-se trabalhos artísticos de natureza temporal, que explorem a duração, a repetição, a espera, o ritmo ou outras abordagens relacionadas com a dimensão duracional, através da experimentação artística.
São elegíveis propostas, em fase de apresentação, nas seguintes áreas:

imagem em movimento
som e artes sonoras
performance
artes plásticas
hacking de dispositivos tecnológicos
práticas híbridas e cruzamentos disciplinares
Datas e locais

9 a 12 de julho de 2026
Túnel e Mira Fórum, Porto
Seleção e condições
Serão selecionados até um máximo de 3 trabalhos, de autoria individual ou colectiva.
Cada projeto selecionado receberá um cachet de apresentação no valor de 100€, mediante emissão de fatura-recibo. Para além do cachet de apresentação, o festival oferece ajudas de custo à deslocação até um valor máximo de 50€ por projeto selecionado.
A seleção será realizada pela equipa da direção do festival TEMPORAL, com o apoio de pessoas parceiras do festival.

Perguntas Frequentes
Aqui reunimos algumas das perguntas frequentes que nos têm chegado sobre esta Open Call.
Mas… que raio são as “artes do tempo”?
No contexto do TEMPORAL, usamos a expressão “artes do tempo” de forma aberta e não disciplinar, para nos referirmos a práticas artísticas cuja experiência depende da duração, da transformação, da repetição, da presença, da espera, do ritmo ou do desenrolar temporal da obra.
Embora o conceito se aproxime do termo internacional “time-based media”, o festival não pretende restringir-se a obras tecnológicas, digitais ou a formatos estabilizados dentro de categorias como cinema, música, performance ou instalação.
Interessa-nos precisamente o cruzamento entre disciplinas e práticas que escapam a definições fixas: obras híbridas, processuais, performativas, instalativas, sonoras, visuais ou relacionais; trabalhos que transitam entre formatos; propostas que desafiam os modos tradicionais de apresentação e institucionalização da obra artística.
O TEMPORAL procura acolher projetos onde o tempo não surge apenas como duração cronológica, mas como matéria de experimentação, transformação e encontro.
Aceitam candidaturas provenientes de disciplinas não listadas na Open Call nem no formulário de candidatura?
Sim. O formulário é, aliás, bastante flexível e permite adicionar, por escrito, outras disciplinas para além das mencionadas originalmente no mesmo.
Aceitamos propostas provenientes de áreas muito distintas, desde que dependam da duração como elemento essencial da experiência estética. Deve existir uma relação relevante com a dimensão temporal, duracional ou processual da experiência artística. Isto pode incluir trabalhos ligados à imagem em movimento, som, performance, instalação, corpo, escrita, práticas híbridas, dispositivos tecnológicos, processos analógicos, culinária, práticas relacionais, entre outros.
O TEMPORAL está aberto a projetos que explorem a duração, a repetição, a espera, o ritmo ou outras abordagens relacionadas com a dimensão duracional, através da experimentação artística. Estamos interessadas em projetos que cruzem linguagens e que não se enquadrem facilmente em categorias disciplinares convencionais e que possam, por estas razões, ter mais dificuldades de acesso a contextos de programação artística que possibilitem a apresentação pública dos mesmos.
Aceitam projectos em fase de escrita ou desenvolvimento?
Não. Nesta open call estamos à procura de projectos finalizados e em fase de apresentação, que possam integrar a programação do Festival Temporal em julho de 2026. Assim sendo, projectos que estão em fase de escrita ou desenvolvimento e que, como tal, não estão finalizados à data de candidatura, não são elegíveis para este edital.
No entanto, os projetos não precisam de estar completamente “fechados”, mas precisam de estar prontos para uma apresentação pública durante o festival.
O meu projecto nunca foi apresentado, não tem um formato de apresentação completamente fechado e/ou foi apresentado anteriormente mas noutro formato de apresentação. Posso concorrer?
Sim. O TEMPORAL não exige que os projetos tenham um formato completamente fechado ou que já tenham sido apresentados publicamente. Pelo contrário, interessa-nos acolher propostas em transformação, abertas à adaptação ao contexto do festival e ao encontro com outros artistas, espaços e públicos.
No entanto, os projetos deverão apresentar um grau de desenvolvimento suficientemente avançado para poderem ser apresentados durante o festival, já em julho de 2026, mesmo que esta seja uma primeira instância de apresentação e mesmo que depois os projectos continuem em processo de evolução.
Também aceitamos propostas que partam de obras previamente existentes — por exemplo em cinema, música, literatura, artes visuais ou performance — mas que procurem repensar a sua forma de apresentação, numa dimensão mais experimental, de instalação ou performance, adaptada ao contexto de programação do Festival Temporal.
Qual a duração mínima e máxima que as propostas deverão ter?
Idealmente, entre os 15 e os 90 minutos, no caso de propostas que exigem uma hora de início e de fim para a sua apresentação como performances, leituras, oficinas, concertos, etc. No entanto, somos bastante flexíveis com os limites desta janela temporal por percebermos que há projetos que precisam de uma duração mais longa para se apresentarem. Caso a vossa proposta seja de cariz mais expositivo e não esteja dependente de horários de início e de fim para a sua apresentação, como, por exemplo, uma instalação, não temos uma duração recomendada, uma vez que estas peças podem ser instaladas num dos espaços de acolhimento do festival e o acesso às mesmas ficará garantido nos horários de programação do festival Temporal.
O festival cobre os custos de deslocação de artistas e obras?
Para além do cachet de apresentação, o festival oferece ajudas de custo à deslocação até um valor máximo de 50€ por projeto selecionado, mediante apresentação de factura com o número de contribuinte do Festival Temporal. Uma vez que esta é a primeira edição do Festival Temporal e que, como tal, estamos a trabalhar com um orçamento bastante reduzido, não nos é possível, infelizmente, cobrir deslocações com um valor superior a 50€ por projecto seleccionado.
O júri desta Open Call é composto por quem?
O júri é composto por Juliana Julieta, artista visual, realizadora, directora, produtora e programadora do Festival Temporal; por Sofia Pires, realizadora, auto-editora, produtora e programadora do Festival Temporal, e de outros projectos audiovisuais; e por um terceiro elemento cujo nome e perfil biográfico será divulgado no fecho da open call.
Qual é o prazo para serem conhecidos os resultados da Open Call?
Estimamos notificar, por e-mail, todas as pessoas participantes nesta Open Call e divulgar publicamente os resultados da mesma, neste website e no Instagram do Festival, entre os dias 15 e 22 de junho de 2026.
Caso tenham dúvidas que não veem esclarecidas aqui, podem encaminhá-las para o seguinte email: temporalumfestival@gmail.com

Festival dedicado às artes do tempo
9 a 12 Julho 2026 · Porto
O TEMPORAL abre uma convocatória a nível nacional para a submissão de trabalhos artísticos que exploram a dimensão duracional, a integrar a programação da primeira edição do festival que terá lugar entre 09 e 12 de Julho de 2026, no Porto.

Sobre o festival
O TEMPORAL é um festival dedicado às artes do tempo, promovendo o encontro entre diferentes práticas artísticas que se focam na dimensão duracional da experiência estética. O festival cruza a imagem em movimento, o som, as artes plásticas, o hacking de dispositivos, as artes sonoras e a performance, criando um espaço de experimentação e fruição do tempo como matéria artística.
Durante quatro dias de apresentações públicas e oficinas pedagógico-criativas, o TEMPORAL ocupará espaços selecionados da cidade do Porto, contando com a participação de artistas convidados como Puçanga, Elena Duque, Gaspar Cohen e Elisa Pône, bem como projetos selecionados através desta open call.
O que procuramos
Procuram-se trabalhos artísticos de natureza temporal, que explorem a duração, a repetição, a espera, o ritmo ou outras abordagens relacionadas com a dimensão duracional, através da experimentação artística.
São elegíveis propostas, em fase de apresentação, nas seguintes áreas:
imagem em movimento
som e artes sonoras
performance
artes plásticas
hacking de dispositivos tecnológicos
práticas híbridas e cruzamentos disciplinares

Datas e locais

9 a 12 de julho de 2026
Túnel e Mira Fórum, Porto
Seleção e condições

Serão selecionados até um máximo de 3 trabalhos, de autoria individual ou colectiva.
Cada projeto selecionado receberá um cachet de apresentação no valor de 100€, mediante emissão de fatura-recibo. Para além do cachet de apresentação, o festival oferece ajudas de custo à deslocação até um valor máximo de 50€ por projeto selecionado.
A seleção será realizada pela equipa da direção do festival TEMPORAL, com o apoio de pessoas parceiras do festival.
Perguntas Frequentes
Aqui reunimos algumas das perguntas frequentes que nos têm chegado sobre esta Open Call.
Mas… que raio são as “artes do tempo”?
No contexto do TEMPORAL, usamos a expressão “artes do tempo” de forma aberta e não disciplinar, para nos referirmos a práticas artísticas cuja experiência depende da duração, da transformação, da repetição, da presença, da espera, do ritmo ou do desenrolar temporal da obra.
Embora o conceito se aproxime do termo internacional “time-based media”, o festival não pretende restringir-se a obras tecnológicas, digitais ou a formatos estabilizados dentro de categorias como cinema, música, performance ou instalação.
Interessa-nos precisamente o cruzamento entre disciplinas e práticas que escapam a definições fixas: obras híbridas, processuais, performativas, instalativas, sonoras, visuais ou relacionais; trabalhos que transitam entre formatos; propostas que desafiam os modos tradicionais de apresentação e institucionalização da obra artística.
O TEMPORAL procura acolher projetos onde o tempo não surge apenas como duração cronológica, mas como matéria de experimentação, transformação e encontro.
Aceitam candidaturas provenientes de disciplinas não listadas na Open Call nem no formulário de candidatura?
Sim. O formulário é, aliás, bastante flexível e permite adicionar, por escrito, outras disciplinas para além das mencionadas originalmente no mesmo.
Aceitamos propostas provenientes de áreas muito distintas, desde que dependam da duração como elemento essencial da experiência estética. Deve existir uma relação relevante com a dimensão temporal, duracional ou processual da experiência artística. Isto pode incluir trabalhos ligados à imagem em movimento, som, performance, instalação, corpo, escrita, práticas híbridas, dispositivos tecnológicos, processos analógicos, culinária, práticas relacionais, entre outros.
O TEMPORAL está aberto a projetos que explorem a duração, a repetição, a espera, o ritmo ou outras abordagens relacionadas com a dimensão duracional, através da experimentação artística. Estamos interessadas em projetos que cruzem linguagens e que não se enquadrem facilmente em categorias disciplinares convencionais e que possam, por estas razões, ter mais dificuldades de acesso a contextos de programação artística que possibilitem a apresentação pública dos mesmos.
Aceitam projectos em fase de escrita ou desenvolvimento?
Não. Nesta open call estamos à procura de projectos finalizados e em fase de apresentação, que possam integrar a programação do Festival Temporal em julho de 2026. Assim sendo, projectos que estão em fase de escrita ou desenvolvimento e que, como tal, não estão finalizados à data de candidatura, não são elegíveis para este edital.
No entanto, os projetos não precisam de estar completamente “fechados”, mas precisam de estar prontos para uma apresentação pública durante o festival.
O meu projecto nunca foi apresentado, não tem um formato de apresentação completamente fechado e/ou foi apresentado anteriormente mas noutro formato de apresentação. Posso concorrer?
Sim. O TEMPORAL não exige que os projetos tenham um formato completamente fechado ou que já tenham sido apresentados publicamente. Pelo contrário, interessa-nos acolher propostas em transformação, abertas à adaptação ao contexto do festival e ao encontro com outros artistas, espaços e públicos.
No entanto, os projetos deverão apresentar um grau de desenvolvimento suficientemente avançado para poderem ser apresentados durante o festival, já em julho de 2026, mesmo que esta seja uma primeira instância de apresentação e mesmo que depois os projectos continuem em processo de evolução.
Também aceitamos propostas que partam de obras previamente existentes — por exemplo em cinema, música, literatura, artes visuais ou performance — mas que procurem repensar a sua forma de apresentação, numa dimensão mais experimental, de instalação ou performance, adaptada ao contexto de programação do Festival Temporal.
Qual a duração mínima e máxima que as propostas deverão ter?
Idealmente, entre os 15 e os 90 minutos, no caso de propostas que exigem uma hora de início e de fim para a sua apresentação como performances, leituras, oficinas, concertos, etc. No entanto, somos bastante flexíveis com os limites desta janela temporal por percebermos que há projetos que precisam de uma duração mais longa para se apresentarem. Caso a vossa proposta seja de cariz mais expositivo e não esteja dependente de horários de início e de fim para a sua apresentação, como, por exemplo, uma instalação, não temos uma duração recomendada, uma vez que estas peças podem ser instaladas num dos espaços de acolhimento do festival e o acesso às mesmas ficará garantido nos horários de programação do festival Temporal.
O festival cobre os custos de deslocação de artistas e obras?
Para além do cachet de apresentação, o festival oferece ajudas de custo à deslocação até um valor máximo de 50€ por projeto selecionado, mediante apresentação de factura com o número de contribuinte do Festival Temporal. Uma vez que esta é a primeira edição do Festival Temporal e que, como tal, estamos a trabalhar com um orçamento bastante reduzido, não nos é possível, infelizmente, cobrir deslocações com um valor superior a 50€ por projecto seleccionado.
O júri desta Open Call é composto por quem?
O júri é composto por Juliana Julieta, artista visual, realizadora, directora, produtora e programadora do Festival Temporal; por Sofia Pires, realizadora, auto-editora, produtora e programadora do Festival Temporal, e de outros projectos audiovisuais; e por um terceiro elemento cujo nome e perfil biográfico será divulgado no fecho da open call.
Qual é o prazo para serem conhecidos os resultados da Open Call?
Estimamos notificar, por e-mail, todas as pessoas participantes nesta Open Call e divulgar publicamente os resultados da mesma, neste website e no Instagram do Festival, entre os dias 15 e 22 de junho de 2026.
Caso tenham dúvidas que não veem esclarecidas aqui, podem encaminhá-las para o seguinte email: temporalumfestival@gmail.com

Festival dedicado às artes do tempo
9 a 12 Julho 2026 · Porto